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Crianças que falam errado, podem se prejudicar na escrita

Uma criança que tem a fala errado, tem maior chance de escrever errado. Não é todo mundo que sabe qual é a área responsável do cérebro que utilizamos para escrever. Se não souber responder, não se preocupe. O motivo é simples: não há uma área específica do cérebro para a escrita.

A arte de escrever foi criado pelo homem pela necessidade de se comunicar. Por não ser algo natural, para realizá-lo ativamos os mesmos mecanismos cerebrais que usamos para falar, transformando assim o som em imagem. ‘’ Um exemplo de caso, é quando estamos lendo em voz baixa, quando ouvimos a nossa própria voz na cabeça’’ esclarece a fonoaudióloga Priscila Lacerda. Então, falar e escrever são ações intensamente relacionadas e dificuldades em uma dessas competências podem refletir na outra.

É por isso que o problema da fala não deve ser segunda opção para os pais. “Uma fala errada, se torna bonitinho e engraçadinho, mas no futuro tem grandes chances de prejudicar o dia a dia ao longo da escola, faculdade. Alerta a também fonoaudióloga Priscila Lacerda

Em muitos casos, as dificuldades de aprender, se comportar e a linguagem são confundidas, o que leva a inúmeros diagnósticos equivocados. As crianças acabam sendo rotuladas como problemáticas, quando, na verdade, possuem problemas de comunicação.

Dizer as palavras de maneira errônea, sem um “L” ou um “R”, faz parte do desenvolvimento normal de meninos e meninas. Mas, se trocas e omissões de sons permanecem depois dos três anos, isso pode se tornar um problema no futuro ou até mesmo indicar uma doença mais grave.

Se você é pai, mãe ou professor e tem acompanhamento com uma criança e percebe esse caso, não pense duas vezes e procure um profissional, para que o acompanhamento ocorra com mais eficiência, e resultado mais rápido.

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