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Controle seu fluxo de caixa!

Fluxo de caixa é um instrumento de controle adotado por empresas para acompanhar a sua movimentação financeira em um determinado período de tempo, no qual entradas e saídas de capital são registradas para verificação e análise.

Se serve para as empresas, por que não utilizarmos nas finanças pessoais?

Para a maior exatidão dos resultados, todas as receitas e despesas, por menor que sejam, devem ser lançadas, o que pode ser feito através do uso de planilhas ou em um sistema de gestão. A partir desse levantamento, que é uma ação básica e indispensável de gestão financeira, é possível contar com uma verdadeira base de dados, fornecendo ao empresário (e às pessoas) subsídios para a tomada de decisões no negócio (e na vida pessoal).

Ao realizar o fluxo de caixa, adquire-se uma visão mais precisa sobre o momento financeiro da empresa. Isso significa, por exemplo, que aquela semana que parecia ótima para o faturamento, na realidade gerou apenas receitas próximas das despesas.

No caso empresarial, o instrumento contábil para controle de fluxo de caixa é a Demonstração de Fluxo de Caixa (DFC). Nessa demonstração, podemos saber quais foram as entradas e saídas de dinheiro que ocorreram em um período específico, seja no caixa, nas contas bancárias ou nas aplicações financeiras que a empresa possui com liquidez imediata. Com a DFC é possível ainda averiguar qual o resultado causado de cada uma destas movimentações financeiras.

Entre diversas outras informações, a DFC aponta onde os recursos financeiros da empresa foram aplicados e qual a origem desses recursos, possibilitando uma melhor gestão das entradas e saídas de dinheiro e evitando desvios e erros.

A Demonstração do Fluxo de Caixa permite um planejamento financeiro adequado à realidade do momento, para evitar que a empresa fique sem dinheiro disponível em caixa para honrar seus compromissos ou então para decidir quais as aplicações mais vantajosas para investir os recursos financeiros disponíveis, seja investindo em ampliações da própria empresa ou colocando o dinheiro em aplicações financeiras externas, como fundos de investimentos.

Enio Raul, consultor financeiro e sócio da Maximus Consultoria, e Rodrigo Leone, diretor de Empreendedorismo da ABCO – Associação Brasileira de Consultores.

 

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