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Carta aberta a uma filha sobre Copa do Mundo

Você ainda mora na minha barriga. Esse lugar pequenino, quentinho e seguro que percorres livremente. Aqui fora, Lavínia, é muito diferente. Moramos em um país imenso, cheio de dificuldades, de coisas ruins como corrupção, falta de educação, saúde, saneamento básico, segurança, ah, filha, falta muita coisa – de verdade. Um dia você vai entender melhor essas questões. Mas vou te contar sobre uma coisa incrível que acontece a cada quatro anos: Copa do Mundo.

Nesta época do ano, países do mundo se encontram em algum lugar e cada país torce por sua seleção de futebol. A nossa, querida, é a que mais venceu até hoje. E mesmo que digam que o futebol não tenha nascido aqui no Brasil, posso te afirmar que o nosso é diferente – e em copa do mundo é mais diferente ainda. A gente com raiva por conta das coisas ruins que falei diz que não vai torcer, mas aí basta o juiz apitar o início do primeiro jogo para a gente começar a gritar, incentivar, brigar com o juiz, com o adversário e até com os nossos jogadores.

É, filha, a gente fica “meio louco” mesmo! Não sei explicar muito bem como a gente se contagia com essa “vibe”, só posso te dizer que mesmo na minha barriga você vivencia as fases da Copa com muita emoção! É nervoso, alegria, raiva, alegria de novo…tudo em alguns minutos. É mágico!

No próximo mundial estaremos juntas em alguma parte do mundo gritando: Vaaaaaaaai, Brasiiiiiiiil! E vai ser emocionante, te prometo! 🇧🇷💛💚💙

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